Um incêndio nunca começa do nada, há sempre uma faisca que acaba se propagando em algo inflamável e assim por diante. Houveram grandes incêndios ao longo da história cristã, houveram grandes homens usados por Deus que realmente fizeram a diferença por onde passaram... Mas de uns tempos pra cá incêndios tornaram-se raros, o comum hoje em dia é vermos um fogo crescendo com muita intensidade e logo em seguida se apagando, movimentos aparecem, visões anti-bíblicas, formas grotescas e as vezes até psicossomáticas de "adoração" vem e vão como um mero fogo de palha.
Neste fórum, começamos uma série de discussões sobre esse assunto. O nosso brother Ale deu o start nos confrontando com uma afirmação feita a mais de 1.000 anos a traz: não se conforme com o mundo! Mas o que isso realmente significa? Significa ter raiva de todo o mundo? Talvez viver em uma sociedade secreta? Não, certamente não. Não ser conforme significa dizer: não tomar a forma, não ser igual. E não ser igual em uma sociedade onde reinam os padrões culturais e os conceitos pré definidos é realmente muito difícil. Mas parafraseando nosso mestre Jesus: "Largo é o caminho que leva pra perdição e estreito o que leva ao céu".
O mais triste de tudo isso é pensar que as nossas igrejas estão ficando exatamente como o mundo, conformes, anestesiados e padronizados. Tudo é aceito, a bíblia mal é consultada, as pessoas cantam qualquer coisa, aceitam qualquer pregação e vivem da mesma forma que o mundo, olhando o exterior, amando uns aos outros com condições, com regras e conceitos.
Mas o mais importante é refletirmos sobre as seguintes perguntas: o que nós temos feito perante isso? Será que só estamos aqui para criticar? Não! Cabe a nós viveremos uma insistente mudança em nós mesmos, não nos conformando com o mundo, e muitas vezes até com algumas práticas dogmáticas, para que assim, conformados com as atitudes de Jesus possamos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus, produzindo um fogo que queima e nunca cessa, permanecendo eternamente.
30 de março de 2010
1 de março de 2010
20/02/2010 - Socorro! É tudo 0 e 1!
01010101010101011010101010101010101010110101010100100101....ufffa!
Quanto mais tecnologia o homem descobre, mais solipso e medroso ele se torna. A nossa sociedade hiper moderna nos ensina a ter uma hiper vida: os hiper
sentimentos são baratos e descartáveis, disponíveis nas baladas e casas noturnas, recebemos um hiper cardapio enorme de comidas saborosas e ao lado o telefone de
uma clinica de lipoaspiração, a espontaneidade morreu! Tudo é satisfeito num clique, tudo é medido em códigos binários, temos tudo e não temos nada, somoa vazios. Na mesma proporção que o homem avança tecnologicamente, ele avança no medo de um ladrão levar tudo ele construiu, ao mesmo tempo que a nossa comunicação
é inacreditavelmente veloz, possibilitando a conversa entre pessoas de paises diferentes em tempo real, nós esquecemos o que somos, nossas vidas tem sido transformadas
em 0 e 1, nossos sonhos são apenas mais dados dentro de uma máquina, e o que não percebemos é que temos sofrido um reconfiguração drástica na nossa cosmovisão, somos
encorajados a sentir menos e pensar mais, tudo é muito rápido, tempo é dinheiro, e com toda essa mudança nós esquecemos do Criador, lembramos dos nossos celulares,
dos nossos orkuts, facebooks, twitter e etc mas esquecemos de falar com Deus.
Com a ajuda do nosso brother Ale, entendemos alguns pontos importantes sobre essa nova configuração:
- Não podemos deixar que nada nos domine;
- O celular tem pontos positivos pois pode auxiliar no caso de uma emergência, ou uma batida na rua, etc;
- A internet tem um grande valor de comunicação quando bem usada, além do fato de podermos falar de Jesus por intermédio dela;
Concluindo, como diz o nosso querido amigo Paulo: "Tudo é licito mas nem tudo convém, tudo é licito mas não vou me dexar ser dominado por nada".
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00010101,
01001.
Quanto mais tecnologia o homem descobre, mais solipso e medroso ele se torna. A nossa sociedade hiper moderna nos ensina a ter uma hiper vida: os hiper
sentimentos são baratos e descartáveis, disponíveis nas baladas e casas noturnas, recebemos um hiper cardapio enorme de comidas saborosas e ao lado o telefone de
uma clinica de lipoaspiração, a espontaneidade morreu! Tudo é satisfeito num clique, tudo é medido em códigos binários, temos tudo e não temos nada, somoa vazios. é inacreditavelmente veloz, possibilitando a conversa entre pessoas de paises diferentes em tempo real, nós esquecemos o que somos, nossas vidas tem sido transformadas
em 0 e 1, nossos sonhos são apenas mais dados dentro de uma máquina, e o que não percebemos é que temos sofrido um reconfiguração drástica na nossa cosmovisão, somos
encorajados a sentir menos e pensar mais, tudo é muito rápido, tempo é dinheiro, e com toda essa mudança nós esquecemos do Criador, lembramos dos nossos celulares,
dos nossos orkuts, facebooks, twitter e etc mas esquecemos de falar com Deus.
Com a ajuda do nosso brother Ale, entendemos alguns pontos importantes sobre essa nova configuração:
- Não podemos deixar que nada nos domine;
- O celular tem pontos positivos pois pode auxiliar no caso de uma emergência, ou uma batida na rua, etc;
- A internet tem um grande valor de comunicação quando bem usada, além do fato de podermos falar de Jesus por intermédio dela;
Concluindo, como diz o nosso querido amigo Paulo: "Tudo é licito mas nem tudo convém, tudo é licito mas não vou me dexar ser dominado por nada".
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31 de janeiro de 2010
16/01/2010 - O que te define?
Neste encontro conversamos sobre aquilo que nos define. E, claro, isso não é um assunto tão novo, nem uma busca tão nova.
Séculos de filosofia tem tentado descobrir a definição do ser humano. Primeiro pela causa primeva de todas as coisas, depois a busca pelo homem em si.
Lembramos de Hamlet em sua clássica pergunta "Ser ou não ser, eis a questão", depois de tudo que ele viveu por causa de um reino, sua falta de paz interior o levou a este questionamento. A vida só tazia tragédias, será que a morte não traria o descanso?
No fundo de sua alma os homens têm sido levados a crer que primeiro se vive - o ser, depois a morte - o não ser.
Em um mundo onde a dúvida, muitas vezes, tem sido a única certeza, certeza esta que redefiniu os rumos da filosofia na Europa durante a idade média pela pena de Rene Descartes, a famosa frase "Penso, logo existo", revelou o desespero de uma humanidade sedenta por sua própria definição.
Será que, no meio deste turbilhão de certezas duvidosas e dúvidas certas é possível saber, reconhecer ou ainda viver pautados por um norte, um rumo certo?
Para aqueles que ainda não tem este norte resta a punição de viver de acordo com a lei do Batman: não é aquilo que você é por dentro que te define, mas aquilo que você faz.
Isto traz sérias consequências, pois a definição de alguém, nesta condição, será dada por aquilo que se faz. Mas, e se um dia esta pessoa não fizer mais nada? Ou estiver impossibilitada? Onde estará a definição desta pessoa? Sua existência cessará?
Se a definição de alguém é dada por aquilo que se faz, ou por seu grupo de amigos, ou por um lugar específico, logo não é uma definição em si mesmo, mas sempre dada por fatores externos à própria pessoa. Se o grupo de amigos, o lugar, as roupas, a profissão deixarem de existir a definição desta pessoa também entrará em colapso, pois perderá seu referencial de exitência.
Agora, o que Deus, o autor da vida e da definição de todoas as coisas, tem a nos dizer sobre aquilo que nos define, ou que deveria nos definir?
O encontro de Nicodemos com Jesus, naquela noite, pode nos ensinar muito sobre nossa própria definição.
Nicodemos, no trecho de João 3:3-6, tentou criar um prólogo com Jesus, relembrando os sinais que ele fizera. Porém, Jesus foi bem direto à abordagem de Nicodemos.
Jesus começou demonstrando que não basta crer apenas nominalmente, ou só por causa dos milagres vistos. Jesus, diz o texto no capítulo 2, não confiava em nenhum daqueles que estavam vendo os sinais operados por ele, pois conhecia a natureza humana.
E, conhecendo a natureza humana, ele diz a Nicodemos que é necessário nascer de novo, da água e do espírito.
Ora, o nascimento de alguém leva necessariamente à uma definição, é um novo ser que surge.
Mas, este nascimento que Jesus diz não é da carne, mas do Espírito! E, no texto original em grego a mesma palavra usada para "de novo" quer dizer também "do alto". Devemos nascer de novo, do alto.
Do Alto vem o Espírito, o mesmo Espírito que agora habita naqueles que nasceram de novo.
Logo, a definição de alguém, segundo a palavra de Deus, vem do Espírito Santo, que habita dentro de si. Não há mais necessidade de procurar a definição em outroas pessoas, coisas ou lugares!
Agora, podemos readequar a sentença que o filme do Batman nos legou para: "Eu faço aquilo que me define". Ou seja, nossas ações serão realizadas por aquilo que somos, por isso agimos diferente daqueles que ainda não conhecem a Deus.
Podemos também readequar o ciclo mortal e desesperançoso que apresentamos no começo. Primeiro se vive - o ser, depois a morte - o não ser.
Porém, do ponto de vista bíblico esta sentença está invertida. Pois enquanto vivemos ainda não somos aquilo que devemos ser. Mas, quando a morte vier sobre aqueles que nasceram de novo, seremos como Jesus é, conforme a Bíblia nos diz em I João 3:2: "Meus amigos, agora nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabemos o que vamos ser. Porém sabemos isto: quando Cristo aparecer, ficaremos parecidos com ele, pois o veremos como ele realmente é."
Séculos de filosofia tem tentado descobrir a definição do ser humano. Primeiro pela causa primeva de todas as coisas, depois a busca pelo homem em si.
Lembramos de Hamlet em sua clássica pergunta "Ser ou não ser, eis a questão", depois de tudo que ele viveu por causa de um reino, sua falta de paz interior o levou a este questionamento. A vida só tazia tragédias, será que a morte não traria o descanso?
No fundo de sua alma os homens têm sido levados a crer que primeiro se vive - o ser, depois a morte - o não ser.
Em um mundo onde a dúvida, muitas vezes, tem sido a única certeza, certeza esta que redefiniu os rumos da filosofia na Europa durante a idade média pela pena de Rene Descartes, a famosa frase "Penso, logo existo", revelou o desespero de uma humanidade sedenta por sua própria definição.
Será que, no meio deste turbilhão de certezas duvidosas e dúvidas certas é possível saber, reconhecer ou ainda viver pautados por um norte, um rumo certo?
Para aqueles que ainda não tem este norte resta a punição de viver de acordo com a lei do Batman: não é aquilo que você é por dentro que te define, mas aquilo que você faz.
Isto traz sérias consequências, pois a definição de alguém, nesta condição, será dada por aquilo que se faz. Mas, e se um dia esta pessoa não fizer mais nada? Ou estiver impossibilitada? Onde estará a definição desta pessoa? Sua existência cessará?
Se a definição de alguém é dada por aquilo que se faz, ou por seu grupo de amigos, ou por um lugar específico, logo não é uma definição em si mesmo, mas sempre dada por fatores externos à própria pessoa. Se o grupo de amigos, o lugar, as roupas, a profissão deixarem de existir a definição desta pessoa também entrará em colapso, pois perderá seu referencial de exitência.
Agora, o que Deus, o autor da vida e da definição de todoas as coisas, tem a nos dizer sobre aquilo que nos define, ou que deveria nos definir?
O encontro de Nicodemos com Jesus, naquela noite, pode nos ensinar muito sobre nossa própria definição.
Nicodemos, no trecho de João 3:3-6, tentou criar um prólogo com Jesus, relembrando os sinais que ele fizera. Porém, Jesus foi bem direto à abordagem de Nicodemos.
Jesus começou demonstrando que não basta crer apenas nominalmente, ou só por causa dos milagres vistos. Jesus, diz o texto no capítulo 2, não confiava em nenhum daqueles que estavam vendo os sinais operados por ele, pois conhecia a natureza humana.
E, conhecendo a natureza humana, ele diz a Nicodemos que é necessário nascer de novo, da água e do espírito.
Ora, o nascimento de alguém leva necessariamente à uma definição, é um novo ser que surge.
Mas, este nascimento que Jesus diz não é da carne, mas do Espírito! E, no texto original em grego a mesma palavra usada para "de novo" quer dizer também "do alto". Devemos nascer de novo, do alto.
Do Alto vem o Espírito, o mesmo Espírito que agora habita naqueles que nasceram de novo.
Logo, a definição de alguém, segundo a palavra de Deus, vem do Espírito Santo, que habita dentro de si. Não há mais necessidade de procurar a definição em outroas pessoas, coisas ou lugares!
Agora, podemos readequar a sentença que o filme do Batman nos legou para: "Eu faço aquilo que me define". Ou seja, nossas ações serão realizadas por aquilo que somos, por isso agimos diferente daqueles que ainda não conhecem a Deus.
Podemos também readequar o ciclo mortal e desesperançoso que apresentamos no começo. Primeiro se vive - o ser, depois a morte - o não ser.
Porém, do ponto de vista bíblico esta sentença está invertida. Pois enquanto vivemos ainda não somos aquilo que devemos ser. Mas, quando a morte vier sobre aqueles que nasceram de novo, seremos como Jesus é, conforme a Bíblia nos diz em I João 3:2: "Meus amigos, agora nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabemos o que vamos ser. Porém sabemos isto: quando Cristo aparecer, ficaremos parecidos com ele, pois o veremos como ele realmente é."
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